FANTASMAS

(*) Muito engraçado. Na II Grande Guerra Mundial foi uma tremenda loucura, americanos contra alemães de hitler. Após a guerra, a secreta 'Operação Clip' trouxe uma gama significativa de cientistas alemães para garantir aos EUA a exploração espacial. Dentre eles, Wernher von Braun mundialmente conhecido por sua liderança do projeto aerospacial americano durante a Corrida Espacial, tendo trabalhado como projetista chefe do primeiro foguete de grande porte movido a combustível líquido produzido em série, o Aggregat 4, e por liderar o desenvolvimento do foguete Saturno V, que levou os astronautas dos EUA à Lua, em julho de 1969.

Pois bem, neste sábado, outra grande parceria envolveu os EUA e a Alemanha. Uma equipe de Formula E (Carros elétricos de corrida), unindo a BMW aos Andretti, novamente firma um acordo entre os dois países e seu piloto, o alemão  Maximilian Gunther vence a prova e os dois hinos tocam juntos. A corrida aconteceu em Santiago do Chile, no Parque O'Higgins Circuit.

Os acordos entre a Alemanha e os Estados Unidos estão espalhados em diversas outras atividades.

Na verdade, a Alemanha é sim uma aliada próxima aos EUA, porém, segundo especialistas,  mantém relações difíceis com o presidente atual, Donald Trump. Será tudo para russo ver?

Von Braun, alemão e uma das principais figuras no desenvolvimento do foguete V-2

na Alemanha Nazista e do foguete Saturno V nos Estados Unidos.

Ponto de

Discussão

Lispector

Estive lendo no meio de semana, novamente, Clarice. E cada vez mais fica a ideia real de um conflito entre a

subjetividade descentrada e a identidade burguesa constitui a personagem feminina na obra de Lispector, prestando-se, simultaneamente, ao questionamento da tradição patriarcal e da tradição moderna.

Como diz Arnaldo FRANCO JUNIOR, na revista eletrônica ACADEMIA. EDU, a obra de Clarice Lispector postula um permanente questionamento dos limites que reificam a natureza fluida do sujeito em uma identidade burguesa, alienando-o e encarcerando-o no limite das funções que ele cumpre institucionalmente. Isso, particularmente, por meio da trajetória das personagens femininas, heroínas que protagonizam uma crise que pode ser lida como sintoma de um mal-estar em relação à cultura e como efeito de um estar mal posicionada, porque cindida entre os apelos e pressões da tradição e àqueles que caracterizam a
condição moderna da mulher na sociedade. A identidade feminina é um dos principais temas problematizados na obra da escritora, que se vale do descentramento para, simultaneamente, questionar o legado da tradição patriarcal e o legado da tradição moderna, construído, com o auxílio nada neutro da indústria cultural, a partir
da inserção da mulher no mercado de trabalho e dos paradigmas que regem a idéia de emancipação social feminina. Vejamos como isso se dá por meio da análise de três dos romances da escritora.

Quer ler a análise completa do professor ARNALDO FRANCO JUNIOR? Então siga o link:  file:///E:/Pictures/clarice.pdf

Impossível não lembrar Oscar Wild:

"A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre".

Esta é mais uma publicação da ACADEMIA POÉTICA BRASILEIRA/Assessoria de Imprensa

MHARIO LINCOLN é Presidente da Academia Poética Brasileira. / Informações para esta coluna: mhariolincolnfs@gmail.com CURITIBA-PARANÁ-BRASIL. Jornalista Profissional/Sindicalizado

FACE: https://https://www.facebook.com/MharioLincolnFS - www.twitter.com/mhariolincoln