Di Magalhães, o Mágico

Aqui, o poeta do Amor, através das telas, Luiz Arthur Ribeiro e o poeta das Cores, Di Magalhães, na abertura da Exposição de ambos, na semana passada.

Expositor e Curador Luiz Arthur com o Coordenador da Feira do Poeta de Curitiba, imortal APB, Geraldo Magela.

Mhario Lincoln

O que seria do Velho Continente se não existissem pintores naturalistas como o holandês Albert Eckhout, vindo na comitiva de Maurício de Nassau, do francês Jean Gardien, especialistas em animais e, ainda, o padre André Thevet, que afirmou ter realizado as ilustrações naturais para seus três livros científicos editados em 1557, 1575, e 1584, onde se incluía um retrato do índio Cunhambebe?

E das artistas goianas  Eleusa Bonifácio, Mari Sousa e Samira Beérigo, conterrâneas do imensurável DI MAGALHÃES, meu confrade no Centro de Letras do Paraná, que igualmente é um pintor naturalista, retratando a fauna, a flora e a arquitetura colonial em trabalhos de pintura e bico de pena?  

Pois ele inaugurou a bela Exposição ARAUCÁRIAS, na Galeria de Artes LUIZ ARTHUR MONTES RIBEIRO. Não só de  Di Magalhães, mas também, do fantástico Luiz Arthur Ribeiro.

Hoje, mostro parte dessas obras. Caso vc queira visitar essa exposição, basta agendar pelo telefone (41) 99920-7349. 
Imperdível., pois, pegando uma carona, posso dizer:  (...). “Uma obra é eterna não porque impõe um sentido único para homens diferentes, mas porque sugere sentidos diferentes a um homem único, que fala a mesma linguagem simbólica através dos tempos múltiplos: a obra propõe, o homem dispõe” (Barthes apud Barbosa, J.A., 1993, p.21). 

Esta é mais uma publicação da ACADEMIA POÉTICA BRASILEIRA/Assessoria de Imprensa

MHARIO LINCOLN é Presidente da Academia Poética Brasileira. / Informações para esta coluna: mhariolincolnfs@gmail.com CURITIBA-PARANÁ-BRASIL. Jornalista Profissional/Sindicalizado

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