Esta é mais uma publicação da ACADEMIA POÉTICA BRASILEIRA/Assessoria de Imprensa

MHARIO LINCOLN é Presidente da Academia Poética Brasileira. / Informações para esta coluna: mhariolincolnfs@gmail.com CURITIBA-PARANÁ-BRASIL. Jornalista Profissional/Sindicalizado

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Vai começar a temporada 2017 do Sarau Afro-Curitibano

É com grata satisfação que o Centro Cultural Humaitá, dá início à temporada de 2017 do Sarau Afro-Curitibano, convidando você a homenagear a arte-escrita de Marcos Fontinelli e Nair Rodrigues de Carvalho.

O Sarau Afro-Curitibano surgiu a partir da necessidade de despertar a “Consciência Negra” o ano todo, e não apenas, em novembro. Para o Zelador Cultural Candiero, um dos idealizadores do evento e dedicado à promoção da igualdade racial em Curitiba e no Paraná há cerca de trinta anos, “O Sarau Afro-Curitibano, vai ao encontro da necessidade de valorizar, dar visibilidade à presença negra, à herança cultural afrodescendente, também na área da literatura, valorizando a produção intelectual e criativa do nosso povo”. 

Em 2016 foram realizadas na Casa Hoffman e no Memorial de Curitiba, oito edições do evento. Destacaram-se homenagens às escritoras negras caribenhas e latino americanas, à poetisa Laura Santos – (in memoriam) – e aos contemporâneos Marcio Gleide, Geraldo Magela e Vera Paixão.

Participam do Sarau Afro-Curitibano artistas da escrita e representantes de outras linguagens artísticas, a quem agradecemos carinhosamente: Luana Godin; Juarez de Mira; Osmarosman Aedo; Dayane Paixão; Adilton Black; Diorlei Santos; China, MC Magu; Celio Jamaica; Valderrama; Lucas Paz; Valeska Zich; Silvester Neto; PH Soares; Welton, Dyan, Luz Amorim e outros. Agradecemos ao nosso irmão Ndiaga Faye, que sempre abrilhanta o evento com tecidos e esculturas africanas e à equipe que apoiou a organização: Will Amaral; Franciele Gonçalves; William Fernandes; Andresa Serpejante; Luiz Felipe; DonJoey; Silvana Mello; Olinto Simões e Melissa S. Reinehr.

Interessados em participar com poemas, músicas, performances, etc., entrem em contato com a equipe organizadora pelo e-mail humaitacentrocultural@gmail.com

Serviço:

Sarau AfroCuritibano homenageia Marcos Fontinelli e Nair Rodrigues de Carvalho.

Data: 29/04/2017

Horário: 19h

Local: Casa Hoffman (Largo da Ordem)

Entrada franca.

 O artista Di MAGALHÃES esteve em Goiania e lá esteve na companhia dos amigos, escritor Félix Meneses e da arte educadora Cida Fajardo.

Encontro com a poetisa Dairan Lima  com seu Livro de poesia "Vermelho".

Dia 24 de abril: aniversário do ativista literário e um dos coordenadores da Antologia Mundial Logos/Fênix, de Portugal, Henrique Lacerda Ramalho, esposo da imortal da APB, Consulesa poética da Academia, em Portugal, Carmo Vasconcelos. Parabéns.

Adeus, Jerry...

"Meu amigo Jerry. Foi um susto e confesso que fiquei muito triste ao receber a notícia da tua partida. Embora a gente tenha a certeza de que a vida é na outra dimensão, a gente ainda se pega pensando como incrédulo. Tenho certeza que você fez uma história impecável e a felicidade de milhares de brasileiros por inúmeras gerações, aqui neste planeta. Que a paz e a misericordia do Altíssimo seja a tua companhia na nova morada. Até um dia desses." JOÃO EWERTON, da Academia Poética Brasileira. Cadeira 14.

ANTONIO GUIMARÃES, imortal da APB, autografa um de seus livros na AMEI

O livro é PREGOEIROS & CASARÕES. Tenho a honra de ter minha família, eu e minha mãe Flor de Lys, citados nessa importante obra.

Na foto, com Megan Shakiti (E) e Lorena.

Um livro valoroso, sem dúvida.

Além do talento natural, a bondade e a simplicidade desse que é um dos mais prestigiados artistas do Maranhão, com exposições de sucesso no Exterior. Viva Fransoufer.

A cantora e compositora maranhense Flávia Bittencourt desembarca em Curitiba no próximo dia 28 de abril para o lançamento do CD/DVD "Leve". Com apresentação única no Teatro Regina Vogue, o show promete celebrar a diversidade da Música Popular Brasileira.
Aclamada pela crítica especializada, Flávia foi pré-selecionada para o Grammy Latino e para o Prêmio Tim de música.

Neste álbum, divide o microfone com nomes como Luiz Melodia, Alcione e Antúlio Madureira. Show imperdível!

Silvânia Tamer, marchand

Honrado com o convite da marchand Silvânia Tamer, conceituadíssima por suas promoções de arte e por ter em sua conta grandes artistas-plásticos brasileiros.

Desta feita, ela abre nova exposição com um nome dos mais incríveis, o premiado FRANSOUFER, com quem conversei recentemente (vídeo abaixo). Parabéns Silvânia. Que seja mais um sucesso.

SERVIÇO:

Local: São Luís Shopping

Data e hora/Abertura:

28.04.2017, às 19h. 

Poeta e Vice-presidente da Academia Poética Brasileira, Humberto Napoleón é destaque na Revista Poética Temática

link: http://movimentoativista.blogspot.com.br/2017/04/angeles-de-cera-humberto-napoleon.html

(*) Mhario Lincoln

Durante todo o antigo ginásio, no Liceu Maranhense, escola pública estadual, em São Luís, sentei na mesma carteira de dois lugares com o compositor César Teixeira. Um dos sucessos desse extraordinário músico foi 'Flor do Mal'. Ao ouví-la, ainda nascente nos primeiros acordes, veio-me imediatamente à cabeça o livro de Charles Baudelaire chamado 'As Flores do Mal.' 

"As Flores do Mal"

Silvânia Melo.

Marchand

Confesso que a partir dali fui institivamente seduzido por esse poeta francês, um dos mais cultuados até hoje por quem entende de arte e literatura no mundo inteiro.
E tem razão quando a crítica lhe dá o título de um dos maiores poetas franceses de todos os tempos, em razão da sua habilidade alquimista de transformar lama - literalmente em que vivia, na abundância da boêmia e das intempéries sociais - em uma obra de longo alcance interpretativo e imortal. Porém, não diz que a poesia de Baudelaire é facilmente explicável ou que o autor conseguia explicar seus versos de forma explícita.
Marcelo Jacques, incrível crítico de arte, me passou a mesma sensação quando, dele, li o seguinte texto:" (...) ... a poesia e a arte em geral nem distrai do mundo nem o explica, mas incita a usar os sentidos para ver, ouvir, tocar, não o que está por detrás ou para além do espetáculo do mundo, mas o que nele imediatamente salta aos olhos, aos ouvidos, à pele...(...)". Fantástica impressão de Marcelo, sem dúvida. É isso! A poesia não se explica. 
Sempre disse em minhas poucas palestras que ministrei nos últimos dois anos, que poesia é amorfa no sentido de falar, de explicar o que dizem seus versos. Sophia de Mello Breyner, uma das mais importantes poetas portuguesas do século XX e a primeira mulher portuguesa a receber o mais importante galardão literário da língua portuguesa, o Prêmio Camões, em 1998, também ressalta: "Sei que a poesia não se explica, a poesia implica..". Ora, porque então alguns insistem em explicar seus versos, seus sonetos? 
No caso de Baudelaire, inúmeros foram os críticos que passaram a estudá-lo e a interpretá-lo, cada um a sua maneira. É assim. Um bom poeta deixa que seus leitores e críticos intepretem sua obra, como ela os 'implica', como afirma Sophia Breyer.
Então, como se dá a hermenêutica de Baudelaire? Vincula-se à sua vida liberta das correias da boa conduta à estranheza contundente dos seus versos? Pode ser. Contudo, é simplesmente gloriosa essa poesia, ippsis liiteris in O Homem e o Mar: "Homem livre, o oceano é um espelho fulgente/ Que tu sempre hás-de amar./ No seu dorso agitado,/ Como em puro cristal, contemplas, retratado,/ Teu íntimo sentir, teu coração ardente./ Gostas de te banhar na tua própria imagem./ Dás-lhe beijo até, e, às vezes, teus gemidos/ Nem sentes, ao escutar os gritos doloridos,/ As queixas que ele diz em mística linguagem. (...)".

Vera Itajaí lança 1º livro

Poesia, Crônicas, Contos, Encantos e Encontros Desconexus. O livro marca sua estreia na literatura e foi lançado na 'Livrarias Curitiba', do Park Shopping Barigui.

Poetas, escritores, artistas, músicos e atores compareceram no lançamento do livro da poeta VERA ITAJAÍ, no espaço de ventos da 'Livrarias Curitiba', no Shopping-Park Barigui. Noite magnífica.

Nós estivemos presentes e contamos parte dessa história.

Sim, uma linguagem métrica quase óbvia para aqueles tempos. Todavia que interpretação viceral poder-se-ia dar a essa manifestações poética de Baudelaire? Jogar-se ao mar em busca de novos ares. De liberdade física ou mental? Ir em busca da pessoa amada tendo que atravessar um oceano de complicações? Que gritos o autor quis revelar?  É o oceano que asservera queixas em mística linguagem?

Pois é! Impressiona-me decerto, a maneira curiosa e abrupta como escreve Baudelaire. E se quiséssemos com vontade erótica desnudar seus poemas para descobrir seus segredos íntimos e passarmos a ver o autor e a influência do seu derredor em sua obra poética? Teria sentido? Nesse caso acredito eu, em meu bestunto, que sim. Alguns estuidiosos de sua arte afirmam que Baudelaire sentiu demais a evolução dos tempos modernos, lá pelos idos do século XIX inadimitia o novo regime político, as novas regras do jogo mundial e desfez-se em saudosismo doentio.

Um dos exemplos, à primeira vista, pode ser: "Amo a recordação daqueles tempos nus/ Quando Febo esculpia as estátuas na luz./ Ligeiros, Macho e fêmea, fiéis ao som da lira,/ Ali brincavam sem angústia e sem mentira,/ E, sob o meigo céu que lhes dourava a espinha,/ Exibiam a origem de uma nobre linha.(...)".

A partir desse ponto de vista, teria, então, a modernidade dos tempos, as mudanças bruscas de comportamento social, o desenvolvimento material da França e do mundo, a partir do século XIX, influenciado a obra 'angústiante' de Baudelaire? 


Bom, se tivermos que analisar a poesia e suas inflamações psíquicas pela maneira direta como reagimos a ela, impossível será, a meu ver, distanciar o autor de sua incrustrada vida em seu momento temporal, onde, em certos casos, óbvio, causa grande mal à pessoa envolvida, seja ela poeta ou não.
Anos depois, finalmente começo a compreender a idéia daquele meu amigo César Teixeira, lá pelos idos de 70, quando compôs 'Flor do Mal' e em uma de suas estrofes dizia assim: " Eu quero a flor do mal/ Para te perfumar/ Porque só tenho em mim/ Espinhos para dar/ Depois morrer na sombra/ Da caranguejeira/ Deixando de herança/ O mal da vida inteira/ Bananeira não tem flor/ Mas tem no chão/ Bananas para os macacos/ Que mataram lampião (...)".


Nem vou tentar interpretar essa bela composição. Mas, aqui, vale ouví-la por inteiro na voz brilhante de outra maranhense, a cantora Flávia Bittencourt.

(Vide vídeo abaixo.)

Mhario Lincoln
Presidente da Academia Poética Brasileira


Curitiba-Paraná, abril de 2017.

Século XXI , mundo real, zumbis, nativos digitais, mundo real e virtual, e nesse campo os mais fracos são mais atingidos porque passam a maior parte do tempo online. Dois mundos que se mesclam sem sabermos direito os limites e as fronteiras. Mundo virtual, mundo sem lei, liberdade para todos e para tudo. Educadores perdem a educação, bulling virtual, mentiras, verdades, internautas reais e irreais, fakes. No campo virtual todos se misturam, sem classe, pouca educação. Guerreiam uns contra os outros, vão para guerra sem saber direito por quê, por quem, mas vão. Armados de palavras violentas e poses de guerreiros prontos pra batalha. Nesse torvelinho de emoções contraditórias, algo ganhou destaque recentemente. Se preocupou alguns, outros encontraram algo novo para bulling, diversão, sem medir as consequências de quem iriam atingir. Os mais fracos com certeza, depressivos.
A depressão é sutil. Quantos já se suicidaram e seus entes mais próximos dizem não saber os motivos. É uma dor silenciosa, que vai aumentando e devorando suas alegrias, apagando o brilho dos olhos. A BALEIA AZUL é um dos muitos “gatilhos” espalhados pela internet, e uma pessoa com depressão acabe tendo o último empurrão, a última gota d’água para transbordar e lançar-se ao abismo do suicídio.
Tenho filhos adolescentes aos quais sempre estou atenta ao que se conectam na internet, e já interceptei alguns tipos de mensagens, desenhos animados, jogos, ao qual percebi mensagens estranhas , voz estranha ( aterrorizante).
A nossa mente é um labirinto com diversas portas fechadas, essas mensagens servem como chaves que abrem estas portas, seja ela para suicídio, atos violentos, uso de entorpecentes, etc. Muitos são os relatos de jovens com depressão e seus motivos: ausência dos pais (pais trabalham muitos, separações e divórcios, etc), nada substitui o afeto entre pais e filhos, relacionamentos desfeitos (amor, amizade), receio de não alcançar seus objetivos (pressão sobre estudos e trabalho), etc. Muitos são os caminhos que podem trilhar se não se sentirem seguros: drogas, álcool, suicídio, prostituição, crimes, violência doméstica, etc. Muitas vezes só para chamar a atenção: “Eu estou doente, não está vendo?” E depois de algum tempo ele próprio perde o controle da situação sobre seus atos e consciência. Dedique um pouco mais de seu tempo e afeto aos filhos, pratique ABRAÇOTERAPIA, o abraço além de curar males da alma, une as pessoas que se amam verdadeiramente .

Anaira Mafeoli é Professora, Escritora.

SARAU - CAFÉ, POESIA E CANÇÃO

Coordenação: Siomara Reis Teixeira

Vem aí, a 15º edição do sarau mais amado e esperado da cidade, em nosso novo endereço, com uma nova roupagem, roupagem esta que tem impressionado e encantado os participantes, artistas e público,

artistas que  nos apresentam sempre um leque formidável de surpresas e encantamentos. Agora o Solar do Barão, na sala Scabi, é o nosso novo palco, celeiro fantástico de talentos da nossa terra e outras tantas terras. Venha celebrar conosco a arte em seu mais belo estilo, neste lindo enlace onde música e poesia nos aproximam do divino. Participe, traga seus poemas, traga suas musicas autorais e convide seus amigos que apreciam musica e poesia pois a entrada é franca. Sigam viajem conosco através do maravilhoso mundo da arte. 

Todos estao também convidados a participarem do nosso café literário e para isto basta que tragam alguma bebida ou alimento para ser compartilhado com os outros participantes em um momento mega agradavel e de extrema troca de energia amiga e humana.

"Porque lá somos muitos, mas ao mesmo tempo, todos somos um. Lá, não somos doses homeopáticas de arte. Somos poesia em doses cavalares de energia luminosa. Lá, somos lirismo e canção." [S.R.T.]  Sábado, dia 29 de abril , das 15h às 18 h no Solar do Barão - Sala Scabi.

Novo imortal do IHGM, Felipe Camarão, entre o presidente Euges Lima e seu padrinho de Instituto, Ronald Pereira.