Esta é mais uma publicação da ACADEMIA POÉTICA BRASILEIRA/Assessoria de Imprensa

MHARIO LINCOLN é Presidente da Academia Poética Brasileira. / Informações para esta coluna: mhariolincolnfs@gmail.com CURITIBA-PARANÁ-BRASIL. Jornalista Profissional/Sindicalizado

FACE: https://https://www.facebook.com/MharioLincolnFS - www.twitter.com/mhariolincoln

Luiz Arthur Montes Ribeiro Convida


"Convido todas e todos para visitarem a página do Instituto Montes Ribeiro que tem por missão preservar a arte, literatura, cultura e a memória das famílias paranaenses "Montes e Ribeiro". O Acervo Geral do Instituto Montes Ribeiro é constituido por obras de arte, mobiliário, numismática, hemeroteca, baixela, fotografia, documentos, indumentária, fitas vhs, fitas cassete e filmes em super 8. A publicação desta semana é sobre meu avô materno LUIZ MONTES.Vale conferir:
https://www.facebook.com/institutomontesribeiro/

+ Na foto acima, Luiz Arthur com as intelectuais Emilisa Curi de Macedo e Sada Raquel Curi de Macedo.

Pingos

(*) POLICAMENTE CORRETO: Grande parte dos blocos carnavalescos de São Paulo aboliram em definitivo marchinhas que possivelmente tinham como tema, 'preconceitos embutidos' contra raça, orientação sexual e negros. Ou seja, ninguém canta mais "O Teu Cabelo Não Nega", "Olha a Cabeleira do Zezé", "Maria Sapatão", entre outras. Assim, "finalmente o Carnaval vai perder esse tipo de deboche escancarado", diz um dos defensores da causa.

(*) QUAL SERIA O SUPOSTO SEGREDO DA FELICIDADE?:  Há quem diga que não é o dinheiro, nem a saúde, nem a família, nem o amor. Mas o verdadeiro segredo da felicidade está na capacidade do ser humano se adaptar às condições adversas da vida. VC concorda?

(*) MAESTRINA LÍGIA AMADIO: Brasileira assumiu com gala a Filarmônica de Montividéu em concerto espetacular, domingo passado, ganhando aplausos da crítica internacional. Principal objetivo: Recuperar e gravar compositores uruguaios. Mas, qual é mesmo a diferença entre Filarmônica e Sinfônica? A primeira quer dizer (com amor à arte), pessoas que se reúnem em favor de uma causa. Um grupo de amantes, no caso, da música. Já a segunda, é "soar em conjunto" e vem do grego, isto é, algo parecido como um espaço circular ocupado por um coro, nas apresentações das famosas tragédias grecas.

(*) QUANDO O AUTOR FAZ UM PEDIDO PÚBLICO: Aconteceu com João Guimarães Rosa, ao lançar, em 1956, um dos maiores romances, o mias importante do século XX e do realismo da América-Latina: Grande Sertão, Veredas. E quem leu sabe que é num monólogo entre o fazendeiro e ex-jagunço Riobaldo Tartarana, o Urutu-Branco, que ele conta sua vida a um interlocutor sem nome e sua delicada relação com o personagem Reinaldo, o Diadorim, integrante de seu grupo. É a narração de um jagunço confuso9 diante da busca de explicação para o desejo que sentia por Diadorim. No final do livro, descobre-se tudo. Por isso, o autor fez uma solicitação pública para que esse final não fosse revelado.

(*) CLEVANE LOPES: A vice-presidente da Academia Poética Brasileira, intelectual Clevane Lopes, lembra um insigth poético dos mais aplaudidos do escritor, poeta e instrumentador literário ALFRED ASÍS. Vale à pena ler. Está em PDF: UN REGALO UNIVERSAL AL AMOR... http://alfredasis.cl/Amor-puro.pdf

VOCÊ & SUA OBRA

Poemas de Fim de Tarde:

SAMA III

Rumi, Viemos girando do nada.

Vídeo: Valter Angelo Silva.

Convidada: Poeta Carmen Dias

'Um dia frio, um bom lugar pra ler um livro..."

#HARUKI MURAKAMI é um autor capaz de criar universos próprios, que se desdobram em romances de fôlego e personagens cativantes. Mas ele é também um excelente contista, e sua produção mais recente está reunida neste volume: sete histórias que tratam de relações amorosas e trazem o estilo único do autor.
#São contos sobre o isolamento e a solidão que permeiam as relações amorosas: homens que perderam uma mulher depois de um relacionamento marcado por mal-entendidos. No entanto, as verdadeiras protagonistas destas histórias — cheias de referências à música, a Kafka, às Mil e uma noites e, no caso do título, a Hemingway — são as mulheres, que misteriosamente invadem a vida dos homens e desaparecem, deixando uma marca inesquecível na vida daqueles que amam.

ANTOLOGIA EXTRAORDINÁRIA NA FÉNIX - "MULHERES PELA PAZ" - MARÇO - AUSBURG (ALEMANHA) EM COORDENAÇÃO COM A POETA E EMBAIXADORA DA PAZ ALEXANDRA MAGALHÃES ZEINER - ENVIE APENAS 1 POEMA ATÉ AO DIA 25 DE FEVEREIRO - TEMAS: "MULHER" - "MULHERES PELA PAZ" - DIA DA MULHER" PARA O E-MAIL:
micarmovasconcelos@gmail.com

Uma amiga me liga ontem para dizer que houve uma discussão imensa na sala de aula da filha quando sua professora de Literatura colocou em discussão uma frase de Simone de Beauvoir, constante às páginas 361 de "O Segundo Sexo", de 1970.

Discussões foram e voltaram. Mas o que pretendeu dizer realmente a escritora?

Vejam: A página em que ela citou, foi a 361. As 360 anteriores (pra quem já o leu) vieram lotadas de conceitos biológicos, psicoanalíticos e históricos com base em extensa pesquisa com diversos filósofos, artistas, historiadores e formadores de opinião, onde o ponto principal fazia pertinência à "diferença da mulher e do homem".

A frase polêmica de Beauvoir, fantástica escritora, intelectual, filósofa existencialista, ativista política, feminista e teórica social francesa: "Ninguém nasce mulher; torna-se mulher". Ou seja, a escritora sempre defendeu a igualdade entre o Homem e a Mulher, numa época em que os conceitos eram bem diferentes. (E quando ela 'torna-se mulher', possivelmente iguala-se à posição masculina).

E mais: que a posição da mulher não deve ser uma imposição masculina. Porém, em 1976 acabou desmistificando esse 'tornar-se mulher', ao ratificar, enfim, a igualdade de gêneros: ".. eu também não acredito que as mulheres são superiores aos homens....".

No fundo, a igualdade era o ponto crucial nessa celêuma. Isso me lembrou a mulher 'feia' do harém do Rei Salomão, rejeitada, humilhada e que por uma única vez havia visitado os aposentos pessoais do Rei. Então, num passe de mágica, invés de se lamentar, a 'feia', aprendeu a ler e a escrever... e bummmm, deu-se o milagre: o Rei a chamou para escrever a história de seu povo, como bem detalhou Moacyr Scliar em seu livro "A Mulher que escreveu a Bíblia".

 

(*) Mhario Lincoln

Presidente da APB

Curitiba-PR.

"Tranparalelas Entrecores", do imortal da Academia Poética Brasileira,

Fernando Rosa.

Em dezembro de 2015 morria o historiador e artista plástico, Valdemar de Andrade e Silva, codinome Walde-mar, idealizador do Museu do Índio em Embu das Artes, (Walde-mar). Foi um dos principais estudiosos da cultura Indígena, chegando a entrar em contato e viver com tribos Xingu por intermédio de Orlando Vilas Boas. Ele é o Patrono da imortal APB e embaixadora da Paz, na Alemanha, Alexandra Zeiner. Boa escolha, confreira.

Academia Poética Brasileira

A artista Nani Silveira e a equipe TOCAR-TE tem o prazer de convidá-lo para um sábado muito especial. O objetivo do encontro será apresentar, aos convidados presentes, detalhes sobre o projeto e a importância da campanha de crowdfunding já em andamento. Haverá uma breve palestra sobre o projeto e o processo criativo da artista Nani Silveira. Contaremos também com a participação de Mauricio Dumbo que abordará o tema SUPERAÇÃO.
O ingresso é R$ 35,00, o qual dará direito ao buffet livre de feijoada tradicional + acompanhamentos (arroz, couve, farofa, laranja e salada). Bebidas à parte.
TRAGA SEUS PRÓPRIOS PRATOS, TALHERES e COPOS.
Confirme sua presença mediante depósito antecipado (in box com a Nani SilveiraQuerida Clementina  ou Marushia Machado) até o dia 17.02, pois, os ingressos são limitados. Dúvidas, poste sua mensagem ou entre em contato com os organizadores do evento. Conheça o projeto. Acesse:  https://www.catarse.me/tocar-te. 

TOCAR-TE:Deixe a arte tocar sua vida!

Lançamento

O belo livro de Márcia da Costa Larangeira, do qual, com honras, participei em seu intróito literário.

À GUISA DE SENTIR

Nem todos os poetas que vivem dentro de nós querem mostrar a cara. Alguns poetas que vivem dentro de nós, no entanto, decidem emergir do talento e da disputa eterna, dentro de nós, entre o coração e a razão!
Eis a fricção poderosa de onde nascem as fagulhas poéticas de MÁRCIA DA COSTA LARANGEIRA, dona de uma escrita reluzente, mas disputadíssima entre o que sente, o que aparenta sentir e o que mostra sentir nestas páginas gloriosas de seu BREVIÁRIO, livro espetacular, não só pela riqueza dramática e lírica, mas pela verbalização da imensa vontade de fazer uma catarse surpreendentemente icônica e desmistificada das fleumas tão comuns em construções poéticas nos últimos 30 anos da poesia mundial.
MÁRCIA DA COSTA LARANGEIRA é uma poeta madura, mesmo com rápidas passagens públicas pelos compêndios da poesia nacional e internacional. Ela desperta uma nova e enigmática maneira de escrever poesia, traduzindo a si mesma, numa coragem insuperável de confortar-se. MÁRCIA redescobriu seu interior de forma inflamada e incandescente:

Minha Inspiração
“Sublime é a energia suave
que emana da nobreza de tu ’alma,
e transborda nos “imaginários” olhos teus,
onde vejo a imensidão infinita do amor e da sabedoria,
acumulados na eternidade de um excelso ser...
Tua presença e energia em meu silêncio
elevam e enternecem Minh ’alma
qual borbulha em palavras e fantasias
trazendo-me paz e alegria e
fazendo com que me sinta abraçada...
Protegida... feliz e amada...
Como que levitando... pela perfeita harmonia...
E é tudo isso
que me dá essa enorme vontade
de escrever poesias.”

Desta forma, a construção poética, que se forma nesse emaranhado de solidão, medo, esperança, fenix-icidade, bondade, carícia, mergulho, persuasão, impotência, resistência, imensidão, coração e alma, explodem harmonicamente de tal forma que ao se ler, por exemplo, "Me abusa... me usa.../Mas faze-me tua musa...", o leitor sensato e o emotivo saberá interpretar tão melódica rima de forma rica e orgânica, uniformizando um Éden de quem já lá esteve - e talvez não queira voltar.
Às vezes, ao ler um novo poema, parece estar eu diante de um trabalho de Hermann Hesse, haja vista uma suave melancolia escondida entre as cordas de um coração tão carente. Outras vezes, solto um 'ufa', ao me deparar com construção poderosa como a frase de Maomé, ao dizer que mulher foi feita da costela do Homem, não dos pés, para ser pisada. 
Sim, MÁRCIA DA COSTA LARANGEIRA é assim, pensa assim, idealiza assim, sempre em busca de um amor maior porque ela mesma é o amor maior: 
"(...) E O CORAÇÃO?... mmm/ Ativo... acelerado/ jorrando sangue pelas veias,/ A.P.A.I.X.O.N.A.D.O!!". 
Construção maravilhosamente irrequieta e efervescente. Assim é a poeta MÁRCIA LARANGEIRA, a quem estimo muito. Destarte, ter um poeta dentro de nós que queira mostrar a cara e dar essa cara à crítica pública, é um ato heroico. 
E MÁRCIA esperou algum tempo para tirar de dentro de si esse poeta, ora melancólico ( "Sinto tua falta como se parte de mim fosses,/como se em mim haurido fosses por esta fantasia "), ora esperançoso ("...quando em teus devaneios, chamaste meu nome./ Isso explica a saudade...”), ora ardente ( "...Assim me rendo…/ me entrego ao seu beijo e o devoro./ E entro nesse turbilhão de sensações que me arrasa...”), ora de extremo lirismo ("Sonho ser a mais doce lembrança/ e a mais forte esperança/ do amor guardado em teu coração"), mas e antes de tudo, uma poeta realista: ("Se é no futuro que temos a única certeza desta vida/ [... pois as estrelas também se apagam, disso ninguém duvida...”).

MÁRCIA DA COSTA LARANGEIRA é poeta. É vibrante. Suas palavras ganharam forma, passam mensagens, reagem aos seus sentimentos internos. Só dela. Sentimentos que, também, explicitam sofrimento. Aliás, você já leu algum poeta que nunca sofreu? Eu, não! 
Mas, afinal, por que o sofrimento igualmente faz parte de todas as construções poéticas já feitas neste Universo, desde o estudo poético de Aristóteles, na Grécia Antiga?
Porque todo poeta sofre de amor e ninguém irá compreender totalmente isso. 

Como diz Joice Soares, dentro do poeta existe um amontoado de sentimentos indefiníveis. Mas cada um sabe, bem no fundo, o quanto dói, porque dói, e porque sempre irá doer.... porém, quem procurar sentimentalizar a alma de um poeta não conseguirá. "Ainda somos imaturos para entender....", completa Soares.
Por esta razão, este livro BREVIÁRIO não é para entender, discutir, perjurar, prevaricar. Este grande livro de MÁRCIA DA COSTA LARANGEIRA é para ler e SENTIR!...
Ponto final.

Jornalista Mhario Lincoln

Editor-sênior da REVISTA POÉTICA BRASILEIRA
www.revistapoeticabrasileira.com.br

Curitiba-Paraná-Brasil.

AVISO: Quem tiver interesse em adquirir este meu primeiro livro de poesias, aproveitem encomendar ainda esta semana, pois eles estão em Curitiba (até dia 24/02) aos cuidados de Osmarosman Aedo. Assim sendo, não haverá necessidade de pagar as custas de correio. Faça, por favor, sua encomenda pelo meu inbox. O preço é R $35,00 reais.

Obrigada! (Márcia)

Conheça mais esse trabalho super interessante em: http://arts-imperiano.wixsite.com/cultive

O Cordel no Brasil é diferente?

O Cordel marca a literatura não só brasileira, mas a francesa, espanhola e portuguesa (PT), através dos trovadores, estes, artistas populares que apresentavam suas poesias acompanhadas de viola e muitas vezes com melodia. Se apresentavam para o povo e falavam da cultura popular da localidade, dos acontecimentos mais falados nas redondezas, de amor, etc.

Assim como no trovadorismo, movimento literário que abriga essa prática, hoje é a literatura de cordel.

Até mesmo as competições entre dois trovadores, com suas violas, é presenciada hoje por nós e já foi muito praticada nos três países citados, especialmente em Portugal.

No Brasil prevalece a produção poética, mas em outros locais nota-se a forte presença da prosa.

A forma mais freqüentemente utilizada é a redondilha maior, ou seja, o verso de sete sílabas poéticas.

A estrofe mais comum é a de seis versos, chamada sextilha.

E o esquema de rimas mais comum é ABCBDB.